segunda-feira, dezembro 18, 2006

O Céu a Seu Dono (Dicionário Imaginário)

BACH - Não devias ter usado o "justos céus", ó "Botelho". Já estou a ver quem és. Tens bastante menos piada e talento que o teu pai. De qualquer forma, estás desculpado, tendo em vista o teu sinuoso caminho do anti-nazismo histérico ao nazismo histérico. E tens razão, melhor ideias do que caras: o problema é que não dás a cara e, em ideias, ofereces mais confusão do que outra coisa. De qualquer forma, relevo-te as bofetadas, se me prometeres que não voltas a interromper a medicação.
BOUTEILLE - O que é que já se percebeu de tudo isto? Que o Botelho é um cobardolas críptico, gato pardo com o rabo de fora. Não sabe que o MN (Movimento Nacionalista) era um movimento Nacionalista Revolucionário, anti-sovietista, anti-burguês e anti-nazi, e não sabe que a saudação romana tem raízes na Idade Média, não no Fascismo. E não sabe também que os Faux-rissons e os Ratzingiers e os "septagenários libertários" (caí a rir com essa) são casos avançados de degenerescência. E continua a mentir sobre o nosso "negacionismo", com base numa fonte que não revela, que provavelmente não existe, e que é a origem envergonhada da aldrabice, combinada com uns pózinhos de estupidez. E, vá lá, provávelmente também com uns restos de garrafa. Botelho é, bem evidente, bouteille. Cadáver adiado que procria. Não se perde mais tempo com ele, mas é preciso enterrá-lo, já que o cheiro se torna insuportável.
"DEMOCRATIZAÇÃO" - Já não sei quem perguntou. Penso que o Irão encontra dentro de si forças e talentos suficientes para rejeitar este tipo de piadas estratégicas de mau gosto, onde se perdem amigos e aliados pacientemente cultivados nos últimos meses e anos. Por outro lado, o chamado "regime islâmico" tem centros de poder que sabem ser preciso estabilizar a pós-revolução em bases realistas. O grande problema, por ali, é o "desgoverno" e o caos organizado em certas áreas decisivas. Receitas imediatas, não há: mas existe o dever de continuar a falar, negociar e ajudar as dezenas de milhões que que querem uma vida normal e um país decente.
NÚMEROS E DECISÕES - Há milhões de páginas e dezenas de milhares de documentos onde se estabelecem certezas e extrapolações sobre as mortes sob o 3º Reich. Também vamos já sabendo muito - sobretudo na Ucrânia - acerca das vítimas do estalinismo. Só para a parte alemã, os que se baseiam quase estrictamente em certificados, sem extrapolação estatística, variam pouco nos milhões: Raul Hilberg fala em 5.1, Martin Gilbert em 5.75, Wolfgang Benz em até 6.2.
Há quem, com os ajustamentos estatísticos e com os cálculos baseados em "população judaica residente" e "população sobrevivente", chegue aos 7 milhões. Por outro lado, Donald Niewyck, por exemplo, segue uma linha que também sigo: as vítimas dos Holocaustos não são apenas judaicas, mas de um leque vasto, que pode chegar aos 17 milhões.
É importante também salientar que as ordens, as decisões fundamentais, as estratégias de extermínio, estão também amplamente documentadas, pelo menos desde Nuremberga (que foi um julgamento injusto). E isto é fulcral. Quanto aos campos: entre aqueles onde se praticou a morte com gás, o fuzilamento em massa, a interdição de alimentos, há dezenas. Visitei pessoalmente vários. Podemos citar Belzec, Sobibor, Dachau, Treblinka, Auschwitz-Birkenau, Chelmno, Majdanek, Jasenovac, Flössenburg.
PS-EU-DOMINUS - É impossível responder a todos os blocos de blogues, e por isso ficam apenas umas notas.
Ao Nuno Ramos de Almeida (olá), que já não vejo há uns tempos, um reparo: acho que já te tinha explicado que "o meu contacto do KGB", na manhã em que te dei a entrevista, não eras óbviamente tu (porque é que havias de ser? Não percebo...). Era mesmo um homem da ex-benemérita casa, que nessa altura já se chamava SVR. Espero ainda que - entretanto - tenhas ficado esclarecido sobre a minha posição acerca do tal "congresso científico".
Ao CR, uma breve adenda: o Langages Totalitaires, do Faye, poderia bem ser resumido, e parece injusto que se queira pôr o Jünger naquele saco. Mas acho - como sempre - um livro interessantíssimo.
Ao PP, obrigado pela lucidez.
A um sujeito que se assina "Oliveira" (ou Azeiteiro, já não sei), que me juram que existe (eu não tenho provas), e que já em tempos já me tinha saído ao caminho, a propósito dos voos da CIA (onde não distinguia, na sua beatitude, entre provas e suposições, e entre barulho e factos): já entendeu que a leitura da minha mensagem era para "des-caucionar" o "congresso científico", ou é preciso fazer um desenho?
A outro que assina "Flávio" das tantas, e que me acusa de o ter tratado de não sei o quê: como não sei quem é a criatura, nunca escrevi sobre ela, nem nunca a vi mais gorda, não percebo porque é que marra sempre no poste errado...
Ao Jansenista: não sei quem és, camarada (outra vez a chatice dos pseudónimos), mas dou-te um abraço, como é óbvio.
À corajosa, discreta e anonimizada Margarida (será a da ária das jóias?): não acuse os outros de mentir, quando no fundo tudo se resolve se passar a aprender a ler. Devagar.
Ao JV: os militantes africanos de que fala cruzavam-se, realmente, com o piorio da falange racista boer e australiana. A hipótese que levanta, sobre o facto de estarem a ser manipulados pelas polícias, faz todo o sentido.
Ao Cláudio: Não própriamente. Referia-me a Rohani, Vaezi, Rafsanjani, Khatami, Ameri e ao, pelos vistos, nosso amigo Karmal. Não pude ir a Bhusher nem a Natanz. Fica para a próxima. O grupo chama-se Shylock. Bom Natal.

1 Comentários:

Blogger Pedro Botelho disse...

Não devias ter usado o "justos céus", ó "Botelho". Já estou a ver quem és. Tens bastante menos piada e talento que o teu pai.

É fácil ver de onde lhe vem o palpite e porquê o recurso às tabelinhas, como seria de esperar de tal adversário. Temos pois o mestre do mestre a considerar-me seu discípulo virtual...

E tens razão, melhor ideias do que caras: o problema é que não dás a cara e, em ideias, ofereces mais confusão do que outra coisa.

Hmmm, vamos lá ver. Uma vez que em lugar de ideias, prefere distribuir insultos e estaladas a torto e a direito -- a propensão para a ameaça e para a estalada electrónica é quase sempre uma medida de infantilidade gabarola, senão mesmo de excesso de estrogênio histérico -- o que lhe sugiro, uma vez que se espalhou logo ao identificar o seu velho conhecido (segundo diz), é que o procure e lhe peça satisfações pelas suas mentiras. Tenho a certeza que ele tem muito gosto em o receber e lhe vai dizer o que pensa de si e das suas ameaças virtuais, posto o que lhe oferecerá logo a face direita assim que lhe aplicar o clássico tabefe na esquerda. Somos assim, os pobres pacifistas...

Brincadeiras à parte, o que fica bem visível, cá para mim -- conversões sinceras ou não --, é que o seu negacionismo (e negacionismo passado e devidamente corrigido, ainda por cima!) lhe inspira mais pânico que o braço ao alto. Uma excelente amostra do poder do «Holocausto», para lá de todas as possíveis lavagens ao cérebro...

E não sabe também que os Faux-rissons e os Ratzingiers e os "septagenários libertários" (caí a rir com essa) são casos avançados de degenerescência.

Ah, um argumento em molho de inspirados trocadilhos, com deliciosas confusões entre o velho Rassinier (quem?!) e S.S. Bento XVI. Que bonito, e que bem fica ao amante da verdade recorrer a argumentos em vez de insultos. Mas que provas tem do que afirma? Acha que isto revela degenerescência? Ou trata-se de algum relatório médico secreto em preparação, daqueles à Pound e à soviética, rumo ao internamento? Convinha explicar, senão lá voltamos ao insulto gratuito...

Há milhões de páginas e dezenas de milhares de documentos onde se estabelecem certezas e extrapolações sobre as mortes sob o 3º Reich.

Pois. Certezas há. O curioso é que são no sentido inverso das provas. E não existe quase nada a nível estatístico que não esteja proibido de publicação na Europa. Veja uma boa comparação do material oficial (Benz) e revisionista (Sanning) aqui.

Também vamos já sabendo muito - sobretudo na Ucrânia - acerca das vítimas do estalinismo.

Pois sim. Mas nessa Ucrânia em que se descobrem os Katyns, não se escavam os Baby Yars. Porque será? Porque os tais supostamente 80.000 (ou mais!), depois de mortos e enterrados, foram exumados e esfumados num instantinho e sem deixar rasto, como dizem certas «testemunhas»? Ou simplesmente «para não perturbar os mortos, por questões religiosas», como dizem outras autoridades na matéria? Parece que tudo o que é morto não judeu pode ser incomodado à vontade, mas quando de judeus se trata, já é uma grande falta de respeito e morrem todos uma segunda vez se a coisa for investigada...

Só para a parte alemã, os que se baseiam quase estrictamente em certificados, sem extrapolação estatística, variam pouco nos milhões: Raul Hilberg fala em 5.1, Martin Gilbert em 5.75, Wolfgang Benz em até 6.2.

Mais um disparate. Partem todos basicamente do Hilberg e se quer ver a sua destruição (em tribunal) leia isto:

Testemunho de Hilberg

É o que acontece quando existe essa coisa incómoda a que os americanos chamam cross-examination...

Para a desmontagem completa, peça por peça, do «método Hilberg» pode ler on-line esta interessantíssima obra que lhe é exclusivamente dedicada:

The Giant with Feet of Clay - Raul Hilberg and his standard work on the "Holocaust"

Voltando aos seus «mortos certificados», eles não são os dos registos mortuários de Auschwitz, por exemplo. Em vez disso, os números baseiam-se nos registos ferroviários de partidas e chegadas aos campos: quem chega e não é registado no campo é considerado «exterminado à chegada», como se complexos como o de Auschwitz não funcionassem como placas giratórias de redistribuição de mão de obra necessária noutros locais (por exemplo durante as deportações dos judeus húngaros). E, misteriosamente, os registos ferroviários de territórios como a actual Bielorússia... desapareceram (não se trata de uma perda aqui e outra acolá, mas do desaparecimento completo, puro e simples!). Sobre campos de trânsito, veja por exemplo aqui:

Treblinka: Extermination Camp or Transit Camp?

Belzec in Propaganda, Testimonies, Archeological Research, and History>

Há quem, com os ajustamentos estatísticos e com os cálculos baseados em "população judaica residente" e "população sobrevivente", chegue aos 7 milhões. Por outro lado, Donald Niewyck, por exemplo, segue uma linha que também sigo: as vítimas dos Holocaustos não são apenas judaicas, mas de um leque vasto, que pode chegar aos 17 milhões.

Nada como brincar aos milhões enquanto se dissolvem as vítimas judaicas, sobretudo quando se extrapola a partir do número de sobreviventes «por milagre», ou da população judaica da Polónia emigrada para a América, Israel, Europa ocidental, ou simplesmente estabelecida na URSS depois da emigração em massa de 1940 e 1941. Para os importantíssimos números da URSS, a partir das próprias fontes judaicas, veja aqui (infelizmente não se encontra on-line):

The Dissolution of Eastern European Jewry, Sanning, W.N., Costa Mesa, California, 1990.

Quanto às extrapolações a partir de amostragens conhecidas, veja este breve artigo sobre o tema, onde se comparam as conclusões de Sanning com as projecções que se podem fazer, pelos usuais métodos estatísticos que costumam ser utilizados no mundo real, não-holocáustico, em que a ciência funciona:

How Many Jews Died in the German Concentration Camps?

A principal fonte para as amostragens estatisticamente significativas deste artigo é a Encyclopaedia Judaica, mas note a pequena amostra final bem curiosa, sobretudo quando comparada com o mito das câmaras de gás da «fábrica da morte» de Auschwitz. Essa pequena amostra é a do entourage da tal Anne Frank com que se procede ao bourrage de crâne dos pobres liceais (e não só) por esse mundo fora:

-- Albert Düssel taken to Auschwitz, later to Neuengamme, died there 1945.
-- Mrs "van Daan" taken to Auschwitz, later to Buchenwald, died there 1945.
-- Peter "van Daan" taken to Auschwitz, later to Mauthausen, died there 1945.
-- Margot Frank taken to Auschwitz, later to Belsen, died there 1945.
-- Anne Frank taken to Auschwitz, later to Belsen, died there 1945.
-- Mrs Frank taken to Auschwitz, later to Belsen, died there 1945.
-- Mr "van Daan" taken to Auschwitz, last seen there in 1945.
-- Mr Frank taken to Auschwitz, survived in camp hospital.

Dos oito deportados do entourage de Anne Frank que passaram, todos eles, pelas "fábricas da morte" de Auschwitz, apenas um pode (possivelmente) ter morrido nesse campo. Dos outros, três morreram no campo de Belsen para onde, perto do fim da guerra, eram enviados -- em vez de serem exterminados in loco, sem delongas desnecessárias nem ocupação das vias férreas (!) -- muitos doentes irrecuperáveis de outros campos; outros três em campos onde não se pretende sequer que tivessem existido "fábricas da morte", i.e. campos que não eram "de extermínio" como Auschwitz e os outros cinco de que quase não se fala (et pour cause); e o último (o pai de Anne Frank) sobreviveu na enfermaria de Auschwitz às doenças que o atingiram nesse campo, dito "de extermínio".

Lógico, não é? Deve ser por isso que se diz que o mundo do «Holocausto» é um mundo de pernas para o ar. Só se trata agora de saber quando é que sairemos dele e perceberemos, finalmente, que o verdadeiro holocausto foi o da Guerra, e que o papel do «mundo de pernas para o ar» é justamente o de prolongar o culto das abençoadas guerras virtuosas...

A propósito da «interdição de alimentos» com presumíveis intuitos de «extermínio», veja aqui o que sucedeu no campo de Belsen:

Bergen-Belsen Camp: The suppressed story

Mais curiosidades sobre as estatísticas da morte nos campos:

Lessons from Dachau

Note, no primeiro quadro, a distribuição das mortes em Dachau:

1940 -- 1.515
1941 -- 2.576
1942 -- 2.470
1943 -- 1.100
1944 -- 4.794
1945 -- 15.384

E a explicação das flutuações:

"Note that the death rate in Dachau fell slightly in 1942. In 1943 the death rate fell almost 50 per cent. In 1943 the death rate was at an all-time low, yet according to Exterminationist theory the "final solution" should have been in full swing. In 1944, with the reappearance of typhus in the camp, deaths rose dramatically. Note that 66 per cent of all deaths at Dachau took place in the last 7 months. It should also be noted that in the winter months of 1942-43 another typhus outbreak hit the camp. There is also an unusually high number of deaths for March, 1944, due to Allied bombings of Kommandos which resulted in the deaths of 223 prisoners. [See p. 95).
[...]
"If one were disposed to citing such figures without regard to their context (i.e., disregarding the reason for the deaths), a damaging case against the American occupiers could be made. According to the figures Berben provides, during the 65 months from January 1940 to May 1945 27,839 prisoners died from all causes, working out to an average of 428 per month (see Chart 1). During the first month of Allied control of Dachau, therefore, the death rate was 400 per cent higher than average."


Seria interessante saber o que teriam sido as «fábricas da morte» americanas onde estavam enfiados os civis Nisei (americanos de ascendência japonesa), se alguma vez os Estados Unidos tivessem conhecido um descalabro de infra-estruturas a nível nacional como a Alemanha conheceu nos últimos meses da guerra. Se calhar, os resultados não teriam sido muito diferentes dos que se verificaram nos campos onde os Aliados meteram, a partir de fins de 1944 e no pós-guerra, os ex-prisioneiros de guerra alemães, rebaptizados, como agora se usa nos locais guantanameiros, de «forças inimigas desarmadas»...

É importante também salientar que as ordens, as decisões fundamentais, as estratégias de extermínio, estão também amplamente documentadas, pelo menos desde Nuremberga (que foi um julgamento injusto).

Óptimo. «Salienta-se que» e está o caso «amplamente» resolvido. Não são precisas minudências. Ficamos todos «amplamente» esclarecidos e poupam-se electrões...

E isto é fulcral.

Chegamos ao fulcro da questão que consiste em ficarmos a saber que...

Quanto aos campos: entre aqueles onde se praticou a morte com gás, o fuzilamento em massa, a interdição de alimentos, há dezenas. Visitei pessoalmente vários. Podemos citar Belzec, Sobibor, Dachau, Treblinka, Auschwitz-Birkenau, Chelmno, Majdanek, Jasenovac, Flössenburg.

... que o Nuno Rogeiro é muito viajado...

Excelente prova do «Holocausto», mas o que é que viu? Visitou, por exemplo, a «câmara de gás» de Auschwitz, mesmo ao lado das janelas do hospital das SS aqui? Ou as escavações de Treblinka onde se investigam facilmente os colossais vestígios do morticínio que nos asseguram encontrarem-se sepultados naquelas paragens?

É curiosa a sua recitação de nomes de campos no vácuo, sem dados relevantes e sem dizer o que viu (cabelos? montes de sapatos?), como se os nomes constituíssem provas do que quer que fosse, para além da existência de campos de concentração e de trânsito (notória novidade para todos os revisionistas, como deve calcular). Alguns destes últimos, aliás, baptizados de campos de extermínio, mas compostos de barracões de tal modo improvisados que desapareceram por completo (!). E bem situados nos limites do Reich, nos locais onde as linhas do caminho de ferro mudavam, rumo ao interior e aos campos e guetos industriais mais próximos da frente. Já experimentou olhar para um mapa dos campos com as fronteiras do Reich bem definidas? Experimente o "Atlas of the Holocaust" do Gilbert. Bem tentou ele, quando Auschwitz começou a afundar-se, transportar o «extermínio industrial» para Jungernhof (perto de Riga), Maly Trostinets (próximo de Minsk) etc., mas depois da migração do «extermínio segundo Nuremberg» dos campos do Reich para os polacos, e sobretudo para a grande «fábrica da morte» de Auschwitz , já era tarde demais, não pegou. Paciência, continua-se a atirar barro à parede em torno dos mágicos 6 milhões, princípio e fim do credo holocáustico...

A outro que assina "Flávio" das tantas, e que me acusa de o ter tratado de não sei o quê: como não sei quem é a criatura, nunca escrevi sobre ela, nem nunca a vi mais gorda, não percebo porque é que marra sempre no poste errado...

Esse julgo que sou eu, segundo o Jansenista que tirou recentemente um curso de interpretação de IPs.

Ao Jansenista: não sei quem és, camarada (outra vez a chatice dos pseudónimos), mas dou-te um abraço, como é óbvio.

Esse acho que foi afundado pelo U-139 e apagou os rastos: faltou-lhe o "heart of oak". E aqui há enigma.

terça-feira, dezembro 19, 2006 2:22:00 da manhã  

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