terça-feira, outubro 07, 2008

CRISES E PARALELOS


A propósito desta crise uma amiga, evocando as imagens da Sexta-Feira Negra de Outubro de 1929, dizia-me


"Mas ainda não há suicídios, gente a atirar-se dos arranha-céus"...Em 1929, logo no princípio da crise, onze personalidades da vida financeira americana acabaram assim!


Não há, mas é capaz de ser não apenas pelas boas razões...É que hoje ninguém se importa muito com as consequências. Os suicidas de 1929 eram pessoas desesperadas por não poderem honrar os seus compromissos, pela ruina das famílias e das empresas, pelo dano causado a outros. Hoje, quem se importa com essas coisas. Não vemos ao contrário que os gestores e administradores que dão cabo das companhias vão para casa com indemnizações milionárias?


Hoje não se atiram pela janela. Descem tranquilamente pelas escadas ou pelo elevador e vão almoçar ao sítio do costume.

2 Comentários:

Blogger Ze disse...

São os triste sinais dos tempos.

terça-feira, outubro 07, 2008 10:46:00 da tarde  
Blogger Diogo disse...

Money as Debt – Dinheiro é Dívida

Já alguma vez pensaram porque é que os bancos têm tanto dinheiro, enquanto os países, as empresas e os indivíduos estão tão endividados?

Neste vídeo, «Money as Debt» [Dinheiro é Dívida], Paul Grignon pega num assunto tabu e, de forma inteligente e divertida, torna-o num tópico facilmente inteligível. Costuma dizer-se que a verdade liberta, mas primeiro, costuma deixar-nos zangados. Depois de conhecer a verdadeira história do sistema bancário já não é possível voltar à crença mística da banca como um elemento útil da sociedade.

O vídeo revela os mitos e os conceitos relativos à história do dinheiro. Toda a gente gosta de dinheiro, toda a gente o deseja, toda a gente precisa e depende dele. O que quase ninguém percebe são os fundamentos do dinheiro. O que é o dinheiro e donde é que ele vem? Estas são algumas das difíceis realidades que Grignon expõe em linguagem simples.

Este curto segmento (8:20m) do vídeo conta a história de um ourives do Renascimento, e de como ele começou a cobrar juros de um ouro que não possuía e que não existia. Em suma, a essência da banca.

Os primeiros oito minutos e vinte segundos (8:20m) do vídeo 'Money as Debt' - legendados em português.

quinta-feira, outubro 09, 2008 7:03:00 da tarde  

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