terça-feira, agosto 07, 2007

FAZER O FUTURO PRESENTE

À primeira vista, temos faltado à nossa promessa: este blog raramente tem parecido um "diário de bordo" da nossa revista. Não temos partilhado com os nossos visitantes as intimidades deste "ofício de fazer" a revista - embora, nalguns casos, tenhamos partilhado alguns pormenores do "ofício de viver" dos participantes (o que devemos, na sua maior parte, ao Jaime e ao Bernardo e, episodicamente, ao Nuno Rogeiro). Mas ao incluir aqui opiniões sobre isto ou aquilo, comentários sobre livros, filmes ou temas de actualidade, estamos de alguma maneira a mostrar como se vai construindo uma revista que em certa medida é o reflexo dessas notações e dos interesses que elas revelam.
Posto isto, lembramos que acaba de sair da tipografia, como já noticiámos, o número 64 do Futuro Presente. Estamos a preparar a saída do número 65. Nesse próximo número e no seguinte tentaremos tratar da maneira mais completa que nos for possível dois temas cruciais da nossa história contemporânea, muitas vezes tocados aqui e na revista e que, apesar de bem documentados como estão, continuam a ser "mal contados": a evolução no século XX da economia e da relação com África de Portugal. Esperamos incluir também já no próximo uma evocação do grande Giovanni Papini, um escritor itailano que recomeça a ser lembrado e reconhecido, em que está trabalhar João Bigotte Chorão, e publicaremos uma reflexão de Benjamin A. Plotinsky (Managing Editor do City Journal de Nova Iorque) sobre a série de televisão Os Sopranos que chegou ao fim, após quase nove anos existência e de êxito (como dizê-lo?) "sustentado".

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