segunda-feira, junho 09, 2008

QUE FITA VAI HOJE? - A TORO PASADO, UMA VEZ MAIS

Não era uma noite muito interessante - embora a exibição na RTP Memória (foi às 22.20) de Call Me Madam (Sua Excelência a Embaixatriz - que deveria realmente intitular-se "Sua Excelência a Embaixadora" - 1953) talvez tivesse merecido uma menção, por conta, pelo menos, do realizador Walter Lang (dirigiu Can-Can, dirigiu There's No Business Like Show Business, dirigiu O rei e eu, de Yul Bryner e Deborah Kerr, fez de tudo no cinema, dos anos 20 aos anos 60, mas não deixou rasto que se veja na história do cinema), de Irving Berlin, autor da comédia musical em que o filme se baseou, da actriz Ethel Merman, de Donald O'Connor, de secundários como Helmut Dantine, Walter Slezak, etc., mas não tenho tempo nem saber na ponta da língua para tratar aqui e agora. E havia Gangs de Nova Iorque, de Martin Scorsese (Gangs of New York, 2002), uma decepção mas com muita matéria para conversas intermináveis sobre a América, a literatura dos bas-fonds, etc. E um filme de Spike Lee, não dos melhores, é certo (Jungle Fever, A febre da selva, 1991) - mas como sempre "discutível". À tarde, um clássico: O rio vermelho, de Howard Hawks (Red River, de 1948), com John Wayne e Montgomery Clift, no tradicional confronto de veterano e novato que aprendem a respeitar-se mutuamente, um "Mutiny on the Bounty no faroeste", diz Leonard Maltin, um filme do realizador de quem ainda ontem falávamos e que - escreveu um crítico francês, com aquele jeito para as frases dos franceses - filmava à altura dos homens, ou uma coisa deste género.

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